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Mostrando postagens de agosto, 2026

A entrada de Aécio muda o jogo em Minas

Na foto, Ely Machado Deputado Federal 4588, Aécio Neves Senador 456, e Glaycon Franco Deputado Estadual 45123, durante a convenção estadual do PSDB de Minas Gerais . A entrada de Aécio Neves na disputa pelo Senado não altera apenas a corrida pelas duas vagas. Ela reorganiza todo o campo político de centro e pode dar novo impulso à candidatura de Alexandre Kalil ao Governo de Minas. Cleitinho continua liderando, mas já demonstra perda de fôlego. Na pesquisa Quaest mais recente, aparece com 29%, enquanto Patrus Ananias tem 11% e Kalil, 10%. Com 19% dos eleitores ainda indecisos, a disputa pela segunda vaga no segundo turno está completamente aberta. A candidatura de Aécio atende a um forte apelo de prefeitos e lideranças de diferentes regiões do estado. Sua experiência, capacidade de articulação e presença nos municípios fortalecem a chapa de Kalil, que já tem o PSDB na vice. Na minha avaliação, a entrada de Aécio pode acrescentar cerca de três pontos à candidatura de Kalil, colocand...

O povo em transe

De um lado, Lulinha é investigado por supostos vínculos com personagens centrais do escândalo dos descontos ilegais no INSS sua defesa nega envolvimento. Do outro, Flávio Bolsonaro admitiu ter procurado Daniel Vorcaro, do Banco Master, em busca de milhões para financiar um filme sobre o pai  e também nega irregularidades. Enquanto isso, o povo segue em transe: cada lado aponta os crimes do adversário e tenta escolher a família “menos bandida”. O Brasil não precisa de sobrenomes de estimação. Precisa de investigação, transparência e punição para todo

É um absurdo Eduardo Cunha ainda se colocar como candidato

A cassação de Eduardo Cunha foi necessária e deveria ter servido como um recado definitivo à política brasileira: mandato não pode ser instrumento de poder pessoal, oportunismo ou impunidade . Ao longo de sua trajetória, Cunha construiu alianças com políticos oportunistas e lideranças religiosas que, na minha avaliação, transformaram a fé em instrumento de influência política. Quando religião, dinheiro e poder se misturam dessa forma, quem perde é a sociedade — e também a própria credibilidade das igrejas. Por isso, considero um absurdo que Eduardo Cunha ainda se apresente como candidato e tente retornar à vida pública como se nada tivesse acontecido. O Brasil precisa parar de reciclar personagens que simbolizam justamente aquilo que diz querer combater. Política exige memória. Ética não pode ter prazo de validade.

Polarização em Juiz de Fora: comitê depredado mostra o pior da política

Hoje, a candidata Roberta Lopes (PL) teve seu comitê de campanha depredado em Juiz de Fora, com a palavra “FASCISTA” pichada em letras garrafais. É possível discordar profundamente de Roberta Lopes, do PL, do PT, de mim ou de qualquer outro candidato. Isso se chama democracia. Depredar patrimônio e substituir argumentos por intimidação é outra coisa. Mas o episódio também provoca uma reflexão maior sobre o momento político que estamos vivendo. Depois de anos em que praticamente toda discussão brasileira parecia obrigada a terminar em Lula contra Bolsonaro , a campanha de 2026 ainda parece morna em Juiz de Fora. Uma cidade que já ocupou posição de destaque no cenário político nacional parece assistir, desta vez, a um esvaziamento do entusiasmo tanto das campanhas petistas quanto das bolsonaristas. A pergunta que fica é: A política ainda está morna porque a campanha está começando ou a população simplesmente se cansou da polarização? Talvez o brasileiro esteja percebendo que exi...

Primeiro debate pelo Governo de Minas mostrou candidatos preocupados com os problemas do Estado e, na minha leitura, reforçou a importância de experiência administrativa e de fugir da velha polarização nacional.

www.elymachado.com.br Assisti pelo YouTube ao primeiro debate entre os candidatos ao Governo de Minas Gerais, promovido pela Band no domingo, 16 de agosto, e uma coisa me agradou logo de saída: Minas esteve no centro da discussão . Participaram Alexandre Kalil (PDT), Cleitinho (Republicanos), Flávio Roscoe (PL), Gabriel Azevedo (MDB) e Mateus Simões (PSD). Patrus Ananias (PT), embora convidado, não compareceu. ( Band ⁠) Em vez de transformar o encontro em mais um capítulo da eterna briga Lula contra Bolsonaro, boa parte do debate girou em torno de problemas concretos dos mineiros: dívida do Estado, Propag, estradas, segurança pública, privatizações, mineração e situação fiscal. A própria cobertura da Folha destacou que o encontro privilegiou temas estaduais e não reproduziu integralmente a polarização nacional. ( Folha de S.Paulo ⁠) E isso, para mim, já é uma boa notícia. Entre as participações, Alexandre Kalil foi quem mais me chamou a atenção . Não apenas pelo estilo direto, que ...

Motociata bolsonarista flopa em Juiz de Fora e Flávio segue para Belo Horizonte

 C ancelamento de ato simbólico na cidade levanta dúvidas sobre a força de mobilização do bolsonarismo e reforça a impressão de que a polarização política pode estar com os dias contados site:  www.elymachado.com.br A passagem de Flávio Bolsonaro (PL) por Juiz de Fora nesta segunda-feira (17) terminou antes mesmo de começar. A motociata prevista para a cidade foi cancelada, e a justificativa apresentada foi o mau tempo, que teria impedido o deslocamento aéreo até Juiz de Fora. Oficialmente, a explicação é meteorológica. Politicamente, porém, o episódio deixa uma pergunta inevitável: foi apenas falta de teto para pousar ou também faltou clima político nas ruas? Juiz de Fora fica a pouco mais de duas horas de carro do Rio de Janeiro em condições normais de trânsito. É evidente que o deslocamento de um candidato à Presidência envolve segurança, equipe e logística muito superiores às de uma viagem comum. Ainda assim, tratando-se de uma agenda anunciada como simbólica e importante...

Meio ambiente e desenvolvimento: Ely Machado amplia formação com MBA em Gestão Ambiental

Especialização pela Anhanguera aprofundou conhecimentos em legislação ambiental, saneamento, gestão de resíduos, recuperação de áreas degradadas, impactos ambientais e sustentabilidade A relação entre desenvolvimento econômico, ocupação do território e preservação dos recursos naturais tornou-se uma das questões centrais para gestores públicos e formuladores de políticas públicas no século XXI. Dentro dessa perspectiva, o geógrafo Ely Machado concluiu também o MBA em Gestão Ambiental pela Anhanguera , ampliando sua formação acadêmica em uma área diretamente relacionada ao planejamento territorial e ao desenvolvimento sustentável. Com 360 horas de formação , o MBA aprofunda conhecimentos que permitem analisar os problemas ambientais não apenas pela perspectiva da preservação, mas também sob os aspectos da legislação, planejamento, gestão, responsabilidade social e utilização dos recursos naturais. Entre os conteúdos que integram a formação estão Legislação Ambiental; Gestão da Resp...

Formação para a vida pública: Ely Machado concluiu MBA em Gestão Pública e Cidades Inteligentes em 2023

Especialização ampliou conhecimentos em planejamento público, inovação, responsabilidade fiscal, mobilidade urbana, sustentabilidade e novas tecnologias aplicadas às cidades Muito antes do atual momento eleitoral, Ely Machado já buscava ampliar sua formação técnica voltada à administração pública e aos desafios enfrentados pelas cidades brasileiras. Em 2023 , o geógrafo concluiu o MBA em Gestão Pública com Ênfase em Cidades Inteligentes, pela Anhanguera , formação direcionada à compreensão dos instrumentos de planejamento, gestão, inovação e modernização do poder público. A especialização complementou sua trajetória acadêmica e profissional ao aproximar duas áreas diretamente relacionadas: o conhecimento do território proporcionado pela Geografia e as ferramentas administrativas necessárias para formular e executar políticas públicas. Ao longo da pós-graduação, foram abordados conteúdos relacionados a Planejamento Estratégico na Gestão Pública, Inovações e Sistemas Tecnológicos de ...