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Meio ambiente e desenvolvimento: Ely Machado amplia formação com MBA em Gestão Ambiental



Especialização pela Anhanguera aprofundou conhecimentos em legislação ambiental, saneamento, gestão de resíduos, recuperação de áreas degradadas, impactos ambientais e sustentabilidade

A relação entre desenvolvimento econômico, ocupação do território e preservação dos recursos naturais tornou-se uma das questões centrais para gestores públicos e formuladores de políticas públicas no século XXI.

Dentro dessa perspectiva, o geógrafo Ely Machado concluiu também o MBA em Gestão Ambiental pela Anhanguera, ampliando sua formação acadêmica em uma área diretamente relacionada ao planejamento territorial e ao desenvolvimento sustentável.

Com 360 horas de formação, o MBA aprofunda conhecimentos que permitem analisar os problemas ambientais não apenas pela perspectiva da preservação, mas também sob os aspectos da legislação, planejamento, gestão, responsabilidade social e utilização dos recursos naturais.

Entre os conteúdos que integram a formação estão Legislação Ambiental; Gestão da Responsabilidade Social e Ambiental; Sistemas de Gestão Ambiental; Saneamento Ambiental e Saúde Pública; Estudos de Conflitos Ambientais, Impactos Ambientais e de Vizinhança; Análise de Risco e Recuperação de Áreas Degradadas; Gestão de Resíduos Sólidos; Emissões Atmosféricas; e Métodos de Valoração Ambiental.

Uma especialização diretamente ligada à Geografia

Para um geógrafo, a Gestão Ambiental representa uma continuidade natural da compreensão do território.

A Geografia permite analisar a relação entre sociedade e natureza, compreender a ocupação urbana e rural, estudar recursos naturais, população, atividades econômicas e as transformações produzidas pelo homem sobre o espaço.

O MBA acrescenta a essa formação instrumentos de gestão capazes de transformar esse conhecimento em planejamento e tomada de decisão.

Questões como saneamento, resíduos sólidos, recuperação de áreas degradadas, poluição atmosférica, impactos de empreendimentos e legislação ambiental estão presentes diariamente nas decisões tomadas por municípios, estados e pela União.

Meio ambiente também é gestão pública

Durante muito tempo, o debate ambiental foi apresentado como uma escolha entre preservar o meio ambiente ou promover desenvolvimento econômico.

A realidade é mais complexa.

Desenvolvimento sustentável significa buscar formas de produzir, gerar empregos, construir infraestrutura e melhorar a qualidade de vida sem comprometer os recursos necessários às próximas gerações.

Para o poder público, isso exige conhecimento técnico.

Uma cidade precisa decidir onde pode crescer, como tratar seus resíduos, como proteger seus recursos hídricos, como enfrentar áreas degradadas, como organizar o saneamento e como avaliar os impactos ambientais provocados pela expansão urbana e pelas atividades econômicas.

São decisões ambientais, mas são também decisões econômicas, sociais e políticas.

Saneamento e saúde pública

Um dos pontos relevantes da formação é justamente a relação entre saneamento ambiental e saúde pública.

Água tratada, coleta e tratamento de esgoto, drenagem, limpeza urbana e destinação adequada dos resíduos interferem diretamente na saúde e na qualidade de vida da população.

Por isso, políticas ambientais não podem ser tratadas como questões isoladas.

Elas estão relacionadas à saúde, habitação, infraestrutura, planejamento urbano e desenvolvimento econômico.

Resíduos, áreas degradadas e conflitos urbanos

Outro conjunto de conhecimentos estudados no MBA envolve gestão de resíduos sólidos, análise de riscos, recuperação de áreas degradadas e impactos ambientais e de vizinhança.

São questões especialmente importantes para cidades que cresceram rapidamente e precisam conciliar expansão urbana, atividade industrial, ocupação do território e proteção ambiental.

Compreender tecnicamente esses processos permite avaliar políticas públicas para além do discurso ambiental.

Significa analisar riscos, custos, impactos sobre a população e consequências de longo prazo das decisões tomadas hoje.

Formação ambiental e atuação política

A conclusão do MBA em Gestão Ambiental acrescenta outra dimensão à formação política de Ely Machado.

Políticas ambientais são discutidas e definidas permanentemente no Congresso Nacional, nas Assembleias Legislativas, nas Câmaras Municipais e nos diferentes níveis da administração pública.

Licenciamento, saneamento, resíduos, recuperação ambiental, responsabilidade socioambiental e desenvolvimento sustentável envolvem legislação, orçamento e escolhas políticas.

Ter conhecimento sobre esses assuntos contribui para uma atuação pública capaz de compreender tanto a necessidade de proteção ambiental quanto os desafios econômicos e sociais envolvidos em cada decisão.

Uma formação que se complementa

A formação em Geografia, somada ao MBA em Gestão Ambiental e ao MBA em Gestão Pública com Ênfase em Cidades Inteligentes, estabelece uma conexão entre três dimensões importantes da administração pública: território, meio ambiente e gestão.

A Geografia ajuda a compreender o espaço e suas transformações.

A Gestão Ambiental oferece instrumentos para analisar os impactos dessas transformações e buscar equilíbrio entre desenvolvimento e preservação.

E a Gestão Pública acrescenta ferramentas para planejamento, legislação, administração dos recursos públicos e implementação de políticas.

Essa combinação amplia a capacidade de compreender os municípios como sistemas complexos, nos quais desenvolvimento econômico, infraestrutura, população, tecnologia e meio ambiente precisam ser planejados de maneira integrada.

Conhecer o território, compreender seus limites ambientais e dominar instrumentos de gestão é parte da preparação necessária para transformar desenvolvimento sustentável em política pública concreta.


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